SEJAM BEM VINDOS EM NOME DE JESUS!!!

CAMPANHA DOS 100 SEGUIDORES ATÉ O 52 CONGRESSO DA UMADUC

CULTO DO NÚCLEO 3 NA CONGREGAÇÃO GALILÉIA

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

CULTO DO NÚCLEO 12 NO BAIRRO SÃO LUCAS

 
Posted by Picasa

Realizamos no dia 05/12 o último culto de núcleo no Bairro São Lucas que é pastoreado pelo nosso amigo Pastor Joáz Galdino. No período da manhã realizamos um abençoado evangelismo e logo após o culto ao ar livre. Muitas pessoas ouviram a Palavra de Deus e algumas pediram oração ao final da pregação ministrada pelo irmão Júnior. A mocidade louvou ao Senhor de forma linda.

No período da tarde, realizamos um período de louvor e logo após um devocional com o Pb. Aleandro, líder da Umaduc.

No período noturno, cultuamos o Senhor com muitos jovens e a Palavra foi ministrada pelo Dc. Clóvis Mota.

O Senhor é bom e a sua misericórdia dura para sempre.

Coordenação da Umaduc.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

DESCOBRINDO A SUA VOCAÇÃO - AMANDO O SEU FUTURO

Ouvi dizer certa vez que a gente deveria encontrar algo que amasse fazer e à qual se dedicaria com ou sem pagamento e, só depois, procurar quem lhe remunerasse por tal tarefa. Muitos atletas, músicos, comediantes, escritores, fotógrafos, guardas florestais, instrutores de esqui, guias turísticos e motoristas profissionais, com certeza admitiriam que este teria sido o seu melhor projecto. Outros concordariam que amar o que fazem foi um dos maiores motivos para a escolha de suas profissões.

Tive três carreiras distintas (Jim Mathis) e cada uma delas foi o resultado de um "hobby" ou de uma vocação, que acabou tornando-se em profissão. Comecei como músico profissional e me admirava pelo fato das pessoas pagarem para eu me divertir. A seguir veio a fotografia, quando o meu desejo de financiar um "hobby" se transformou numa carreira de 25 anos. Finalmente, o meu amor a Deus e ao próximo tornou-se uma atividade vocacional, junto a profissionais e homens de negócios. Se eu vier a ter mais uma ou outra vocação, antes que os meus dias de trabalho findem, estou certo que terão ligação com algo que eu ame, caso contrário, não conseguiria desempenhar a tarefa por muito tempo.

Lições da vida de um Rei

O rei Salomão, cuja vida é contada na Bíblia, foi considerado o homem mais sábio que já viveu. Foi também um dos mais ricos de toda a história. No fim de sua vida, escreveu sua história contando o que havia aprendido. Falando francamente de seus sucessos e fracassos, encorajou seus leitores a aprenderem com o seu exemplo. Sua história é chamada de "Eclesiastes", e no capítulo 3, versos 12-13, ele escreve: "Então entendi que, nesta vida, tudo o que a pessoa pode fazer é procurar ser feliz e viver o melhor que puder. Todos nós devemos comer e beber e aproveitar bem aquilo que ganhamos com o nosso trabalho. Isso é um presente de Deus."

Um outro escritor, o apóstolo Paulo, escreveu em Colossenses 3:23: "Trabalhem arduamente e de bom ânimo em tudo quanto fizerem, tal como se estivessem trabalhando para o Senhor e não simplesmente para seus senhores."

Há um conceito errado, entre aqueles que crêem em Deus, de que o trabalho é um "mal necessário" – uma punição pelo pecado. Porém, o primeiro livro da Bíblia afirma que o trabalho existia antes do pecado (Génesis 2.15). A Adão e Eva foram confiados os cuidados com o Jardim, antes que cometessem seu primeiro pecado. Deus espera que trabalhemos e o trabalho deve ser algo que amamos fazer com entusiasmo.

Descobrindo a sua “chamada” – Reconhecendo Suas Paixões

Deus criou cada um de nós para um propósito. Ele criou cada indivíduo como um ser único, com um conjunto específico de traços de personalidade, dons e interesses ou paixões. Costumamos chamar a estas características de "chamada". Descobrir a sua "chamada" é um passo importante para amar o trabalho que faz. Muitos de nós, infelizmente, tivemos nossas paixões roubadas há muito tempo. Encontrá-las, às vezes pode transformar-se numa autêntica expedição arqueológica. Uma certa consultora vocacional costuma pedir aos seus clientes que escrevam suas autobiografias, para que possam descobrir onde perderam suas paixões.

Uma boa pergunta: "O que faria se não estivesse apreensivo?" A frase, "Não tema" aparece na Bíblia 365 vezes -- uma para cada dia do ano! Deus mostra-Se sério sobre o Seu mandamento sobre não ficarmos temerosos -- com relação ao nosso futuro, às nossas necessidades ou ao nosso trabalho.

Se você se sente intranquilo no seu trabalho, ou crê que se sentiria mais realizado fazendo alguma outra coisa, fazer a si mesmo as perguntas abaixo, poderia ser uma boa maneira de reavaliar a "chamada" de Deus para sua vida e trabalho:

• Qual é a sua paixão? O que ama fazer tem significado, é recompensador?
• Você deixou que alguém ou alguma circunstância "roubasse" sua paixão?
• O que faria, se não estivesse apreensivo?

Amados irmãos (ãs), este texto foi tirado do site tele-fé e traz um ensinamento que muitos de nós não damos a devida importância. “A importância de escolhermos corretamente aquilo que faremos no futuro”

Você já pensou no número de médicos, dentistas, engenheiros, advogados, administradores de empresas, pastores, padres, etc que não são felizes com aquilo que escolheram como profissão para as suas vidas?

Você já parou para pensar sobre o motivo que leva um jovem ou uma jovem a escolher a sua profissão?

Se a resposta não for a paixão pela mesma, existe uma grande probabilidade desta pessoa não tornar-se realizado em sua vida.

Pense nisto, medite profundamente nisto, pessa auxílio e orientação ao Espírito Santo para que tudo o que você fizer tenha a marca da vontade de Deus e da sua paixão por este assunto.

UMA PERGUNTA PARA VOCÊ: O QUE VOCÊ FAZ COMO PROFISSÃO, O TRABALHO QUE VOCÊ DESENVOLVE NA IGREJA, FAZ COM QUE O SEU CORAÇÃO BATA MAIS FORTE? SE A RESPOSTA FOR NÃO, EXISTE UMA GRANDE PROBABILIDADE DE ESTE NÃO SER O SEU CHAMADO.

A Bíblia nos diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará” (Sl 37.5).

(TEXTO ADAPTADO DO SITE TELE-FÉ DE JIM MATHIS)


COORDENAÇÃO DA UMADUC

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

VOCÊ É CONVERTIDO OU CONVENCIDO?

Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustenta-me com um espírito voluntário. Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti. Salmo 51.12-13.

Certa ocasião uma pessoa me indagou: Será que somos hoje uma igreja de convertidos ou de convencidos? Não é fácil identificar formalmente o convertido do convencido. Há uma grande dificuldade em perceber o perfil correto de um convertido, em face, muitas vezes, da conduta exemplar do convencido.

Com freqüência enfrentamos uma séria barreira na compreensão adequada da conversão, porque os expedientes condicionadores da educação religiosa exercem uma camuflagem quase perfeita no esquema das aparências. Alguém já disse que o homem reto tem virtudes além do que pode expressar, mas o hipócrita expressa muito além das virtudes que possui. Sendo assim, o mimetismo do convencido se torna uma tarefa extremamente árdua em parecer aquilo que de fato não é. O mausoléu de mármore enfeita muito bem a podridão do cadáver. Mas o formalismo da educação religiosa é tão vazio de significado, como a clara do ovo é destituída de sabor. Mesmo sabendo que há razoáveis semelhanças comportamentais entre um convertido e um convencido, e bom lembrar que suas diferenças são fundamentais para não nos deixar confundidos por muito tempo.

Uma coisa é ser convertido pela graça de Deus, outra bem diferente é tornar-se prosélito de um sistema religioso. Jesus desaprovou a tática do caçador, com esta censura: Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorreis terra e mar para fazer um prosélito e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes filhos do inferno do que vocês. Mateus 23:15. Um prosélito é uma pessoa convencida a um sistema sem a transformação do seu caráter, por meio da obra suficiente de Cristo. O prosélito se constitui num praticante ritual, privado totalmente da vida espiritual. Mas ele focaliza com tanta potência os seus holofotes sobre os outros, que fica quase impossível de enxergar o que está acontecendo por trás da luz.

Sabemos muito bem que o condicionamento repressivo de um sistema religioso austero, pode forjar hábitos morais extremamente válidos para convivência social. Muitas pessoas em razão de sua rígida ética religiosa estão livres de uma vida na cadeia, mas não isentas da condenação eterna.

A civilidade institucional nada tem a ver com a etiqueta espiritual autêntica, ainda que as analogias dificultem o julgamento. Atos corretos nem sempre correspondem atitudes justificáveis.

Um procedimento honesto pode estar motivado por interesses imorais ocultos. Não nos devemos iludir com as aparências: O tambor, apesar de todo o barulho que faz, está somente cheio de ar.

Convencidos sinceros podem apresentar uma peça teatral bastante convincente. O disfarce mais astuto se caracteriza por um rosto de anjo encobrindo um coração de demônio. Muitos me dirão naquele dia: Senhor,! Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi abertamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. Mateus 7.22-23. Eis aqui um grande problema: Convencer o convencido que ele não é convertido. É mais difícil esmagar uma meia mentira do que uma mentira completa. É muito mais fácil se pregar para um pecador perdido e perverso, do que pregar para um crente convencido. Henry W. Beecher dizia: A presunção é a doença da alma humana mais difícil de ser curada. A falsa conversão é muito pior do que a total ignorância.

Davi colocou a conversão como conseqüência do conhecimento dos caminhos do Senhor. Na verdade o homem precisa conhecer o Caminho do Senhor. Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede; perguntai pela veredas antigas, qual é o caminho, e andai por ele, e achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele. Jeremias 6:16. Assim como Cristo é a razão pela qual o santo nasce, e a raiz pela qual o santo cresce, é também, o caminho pelo qual o santo anda. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.6.

A verdadeira experiência da conversão é a dependência completa de Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor. Isto significa inteira renúncia de nós mesmos e total cobertura da suficiência de Cristo. Andar neste Caminho é subordinar toda a nossa existência no perímetro absoluto de sua graça.

O convertido é alguém que pela graça deixou de se esforçar para ser aceito, uma vez que Deus já o aceitou em Cristo: Enquanto, o convencido busca a sua aceitação no exercício enfadonho do cumprimento zeloso da lei. Ninguém consegue encobrir aquilo que Deus revela, muito menos manifestar o que Deus oculta. Se não há revelação do Espírito a respeito da pessoa de Cristo e de seu sacrifício, tão pouco haverá consciência real da obra da conversão. Mesmo que o comportamento honesto fale de uma personalidade digna, somente a conversão genuína pode patentear a santidade do coração. Não devemos confundir a santidade produzida por Jesus Cristo, com a honestidade decorrente de uma moral ilibada, firmada nas bases da lei. Muitos homens ao serem convertidos não tiveram mudanças comportamentais significativas. O apostolo Paulo disse que: Segundo a justiça da lei, eu era irrepreensível. Filipenses 3.6b. A sua grande transformação ficou por conta dos propósitos ou intenções do coração, resultantes da conversão operada por Deus. Paulo era homem sério na sua conduta e sincero na filosofia de vida. Mas quando o Espírito o converteu a Cristo, a vida santa de Cristo passou a ser a santidade do seu coração.

Alguém me disse recentemente de uma descoberta gloriosa: Jesus não só me substitui na cruz, morrendo em meu favor; mas me substitui na existência, vivendo em meu lugar. Eu estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. Gálatas 2.20. A santidade derivada da conversão é a própria suficiência da vida de Cristo satisfazendo as necessidades mais profundas do coração.

Se o convertido é a única pessoa no mundo que se encontra perfeitamente satisfeita por causa da santidade de Cristo manifesta em seu interior, o convencido é uma pessoa internamente descontente em razão da incoerência marcante refletida nas aparências. Demonstrar na fachada aquilo que não se é por dentro, causa um desconforto insuportável, capaz das maiores tragédias.

A máscara do fingimento não pode garantir a verdadeira felicidade, pois o disfarce da hipocrisia produz débito insolúvel na consciência reprimida. J. Blanchard afirmou que a felicidade superficial sem a santidade espiritual é um dos principais produtos de exportação do inferno. E podemos ter absoluta certeza que é totalmente impossível haver santidade espiritual, se não houver conversão cristã legítima. Assim, a pessoa convertida vive pela fé na sujeição completa da suficiência de Cristo e na atitude permanente de profundo arrependimento. Quando a Palavra de Deus converte um homem, tira dele seu desespero, mas não seu arrependimento, ensinava C. H. Spurgeon. O homem convertido não é um mero convencido que se arrependeu e creu, mas um contínuo confiante que vive arrependido pela graça que o alcançou. Somente Deus vê o coração convertido e somente o coração convertido pode ver a Deus. Não confunda convertido com convencido, pois este equívoco pode ser fatal. Mas também, não julgue a experiência dos outros, pois cada um tem que avaliar a sua própria experiência. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Atos 3.19.
________________________________________
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. 1Pe 2.9

RETIRADO DO SITE WWW.TELE-FE.COM.BR

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A VIDA DE JOSÉ E OS JOVENS NOS DIAS MODERNOS

JOSÉ (Gn 37-50)

Quem era José? O livro de Gênesis devota quase trinta por cento dos seus capítulos à vida de José, filho de Jacó. A sua vida foi incomum, pois ele foi vendido para a escravidão no Egito quando tinha dezessete anos, e naquele país passou os treze anos seguintes como escravo e na prisão.

Tinha apenas trinta anos de idade quando tornou-se governador da maior civilização daquela época. Ali, em terra estranha, casou-se com mulher estrangeira, e viveu e reinou no Egito durante oitenta anos.

José era o filho favorito de Raquel, esposa favorita de Jacó. Este lhe deu uma capa de muitas cores, que indicava para os outros irmãos que Jacó pretendia dar-lhe a primogenitura. Hoje em dia diríamos: “Ele nasceu com uma colher de ouro na boca”.

Teria riquezas que haveria de herdar, posição e benção; contudo, não foi este o plano de Deus para a sua vida. Leia como Deus permitiu que todas estas coisas ruíssem por terra, e grande humilhação se abatesse sobre ele durante trinta anos, enquanto preparava-o para coisas maiores.

Como era a vida na época de José? Jacó e seus filhos eram pastores ou vaqueiros. Cuidavam de seus rebanhos, criavam suas famílias, e geralmente procuravam servir a Deus. Com a idade de dezessete anos, José foi introduzido ao Egito, que era culturalmente muito mais desenvolvido que Canaã. Sabe-se que toda a arte e ciência da Grécia foram copiadas do Egito. Todavia, a liberdade e os direitos humanos estavam no mais baixo nível. A vida humana tinha pouco valor. A escravidão florescia com todo o vigor.

Que problemas semelhantes aos nossos José enfrentou? José não foi compreendido pela sua família, era invejado e odiado por seus irmãos. A sua juventude não podia ser suave, em tais circunstâncias. Não lhe foi fácil ser repentinamente degradado da posição de filho mimado de Jacó, para ser escravo na casa de Potifar, no Egito. Ele foi colocado em posição dificílima. Foi sujeito à tentação da esposa do seu senhor.

Hoje em dia, parece que essa tentação é muito pouco diferente. Quando ele foi elevado repentinamente da prisão para o trono, enfrentou a tentação do orgulho e da arrogância, que uma prosperidade assim, súbita, propicia. Mais tarde, ele teve todas as oportunidades de vingar-se dos seus irmãos por causa da traição que eles lhe haviam feito, quando menino. Todas estas tentações e problemas têm derrotado muitos homens, e ainda estão fazendo com que muitos não cumpram a vontade de Deus para as suas vidas, hoje em dia.

Como foi que José resolveu os seus problemas? José tinha fé e dependência básica de Deus (Gênesis 39:4-8; 50:19, 20), que o mantiveram fiel em meio a todas estas circunstâncias e problemas. Quando você lê acerca do perdão que ele concedeu aos seus irmãos, da sua fidelidade em face à adversidade, lembre-se de que foi a sua fé robusta em Deus que fez dele um homem fiel.

A vida e as oportunidades de José foram maiores ou menores do que as nossas? A vida era mais simples naquela época do que agora, mas era mais primitiva e incerta em outros sentidos. São as épocas e circunstâncias que colocam diante de nós grandes oportunidades, pois é Deus que nos dá a oportunidade de realizar grandes feitos em nossas vidas? No caso de José, Deus o ajudou e lhe deu o lugar. Para nós também, Deus é o único que exalta o humilde coração que confia, e abate o orgulhoso e ímpio. Hoje em dia, temos uma oportunidade ainda maior que José, para andar com Deus, pois Ele está derramando do Seu Espírito mais amplamente, nestes dias.

Leitura designada: Gênesis, capítulos 37 a 50.

Esboço da Vida de José

1. Seus pais – Gênesis 29.31; 30.1, 22-24.
2. Suas primeiras relações familiares, suas revelações e sonhos – Gênesis 37.1-22.
3. Vendido como escravo – Gênesis 37.23-36.
4. Escravatura e prisão – Gênesis 39 e 40.
5. Libertado e exaltado – Gênesis 41.
6. Perdão semelhante ao de Cristo - Gênesis 42 a 50.
7. Os seus ossos levados para Canaã quatrocentos anos mais tarde – Gênesis 50.24-26; Êxodo 13.19.

Perguntas para Estudo e Discussão

1. Em Gênesis capítulo 37, note os problemas que a parcialidade paterna suscita em uma família. Se um pai (ou mãe) é parcial em benefício de um dos filhos, que problemas isto suscita?
2. Descreva como José tornou o mal com o bem.
3. A família de José o compreendia quando ele era menino e recebia sonhos de Deus? Como podemos entender melhor os membros de nossa família?
4. Que fez José quando tentado a pecar, pela esposa de seu senhor? Há ocasiões em que fugir é melhor do que lutar?
5. Você acha que Deus preparou tempos difíceis na mocidade de José, afim de prepará-lo para as grandes bênçãos do futuro?
6. Se José não tivesse sido vendido para o Egito, mas se lhe fosse permitido continuar como filho mimado e favorito de Jacó, é possível que a predileção de Jacó tivesse destruído o seu caráter de maneira mais eficiente do que as adversidades que ele enfrentou?


Grandes Temas da Vida de José

Pagar o mal com o bem.
Como enfrentar da Tentação.
O valor das Dificuldades.

Versículos para decorar: Gênesis 39.4,5,7,8; 50.19,20, 24-26.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CULTO DO NÚCLEO 11 NO BAIRRO JARDIM DAS PALMEIRAS

Paz do Senhor!!!

Realizamos no último dia 07, o Culto de Núcleo da Umaduc no Bairro Jardim das Palmeiras.

Na parte da manhã, participamos de um Estudo Bíblico sobre o tema: Os perigos de olharmos o mundo com os olhos do diabo, baseado em 1 Jo 2.15-17.

Aproximadamente 50 jovens participaram deste evento e o resultado foi sensacional.

No período da tarde, realizamos um evangelismo no bairro e logo após um culto na praça e para a glória da Senhor, 4 pessoas vieram à frente pedindo oração.

No período noturno, realizamos outro culto onde todo o núcleo louvou ao Senhor e 2 das pessoas que haviam pedido oração na praça aceitaram Jesus como o seu Salvador.

A Ele a honra e a glória para todo o sempre.

Porque Dele, por Ele, para Ele são todas as coisas. Glória pois a Ele eternamente (Rm 11.36).

Coordenação da Umaduc

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O MAIS INTERESSANTE

Queridos irmãos, esta é a minha história de vida, ou melhor, um resumo da mesma. Eu acredito que o Deus Todo Poderoso (El Shaday) falará contigo através destas palavras.

É interessante como as coisas começam. Posso imaginar quando meus pais unidos em amor e com grandes projetos para suas vidas planejaram o nascimento de seu primeiro filho. Nesta fase, minha mãe havia perdido seu primeiro nenê, que nascera com problemas respiratórios severos e não conseguira viver. Após alguns anos nasce um menino que após algumas experiências escreveria estas palavras.

É interessante como os pais se preocupam com o futuro de seus filhos. Fui educado da melhor maneira possível. Hoje, agradeço a Deus pelos meus pais, pois me ensinaram a ser homem (2 Rs 2.2), a ter caráter e a desejar grandes coisas desta nossa vida. Minha mãe fora criada nos princípios bíblicos e meus avós se esforçaram para fazer com que eu crescesse nos caminhos do Senhor.

É interessante como fico extasiado quando me lembro das escolas dominicais que freqüentava quando era pequeno na 2º Igreja Presbiteriana de Uberlândia. Eu tinha alguns complexos, mas aquele “povo” me tratava com tanto carinho (Sl 133) (Rm 13.8).

É interessante como nos lembramos de algumas coisas e não de outras, pois ainda posso me lembrar de meu avô (In Memorian), já avançado em idade lendo a Bíblia pela manhã em sua casa (Sl 1). Era interessante a seriedade com que ele tratava esta questão (Sl 119.140). Lembro-me também dos meus desejos de adolescente, das paixões (Tg 1.12-18), das dificuldades e também do desejo de conhecer o mundo. Lembro-me da primeira vez que bebi, foi horrível. Lembro-me de quando comecei a tocar bateria e da minha insistência para que meu pai comprasse uma destas para mim.

É interessante a ansiedade que é peculiar aos jovens e devido a esta ansiedade e ao fato de ter insistido muito, meu pai mesmo sem poder me comprou este instrumento e após alguns meses eu descobri que eu deveria ter esperado mais.

É interessante como passam tantos pensamentos na cabeça de um jovem e muitos deles nos levam a conhecer coisas que não nos fazem bem (Pv 16).

É interessante como as crianças aprendem pelo exemplo, e a Bíblia é muito clara com relação a isto quando diz: “Ensina o seu filho no caminho em que deve andar e até quando envelhecer, não se desviará dele” (Pv 22.6).

É interessante como o Senhor nos encontra (Jr 31.3). Comecei a freqüentar a igreja pela influência de meus avós.

É interessante como conquistamos a confiança de nossos pais. Até hoje eu não sei por que eles confiavam em mim, eu saia às vezes de noite e voltava pela manhã, não sei como consegui esta confiança, mas sei que isto era real.

É interessante como nos envolvemos com pessoas sem antes saber quem são elas (Sl 1.1). Como jovem, eu comecei a desejar sair para o mundo e passei a andar com pessoas tidas como estranhas. Começava a minha carreira pelo mundo do Heavy Metal, os chamados metaleiros daquela época. Meu grupo de “amigos” não se drogava, somente bebiam muito.

É interessante como as coisas andam rápido, pois em alguns anos a maioria deles estava se drogando e um dia eu experimentei esta “coisa” chamada maconha. (Meu Deus, meus pais irão ler isto!). Foi a pior experiência da minha vida e nunca mais eu desejei aquilo.

É interessante como passamos facilmente a achar tudo normal (Sl 42.7). Passei a acreditar que aquilo tudo era bom e que não existia problema algum nisto e que cada um faz aquilo que quer.

É interessante como nos esquecemos rapidamente dos nossos valores, pois pouco a pouco fui me esquecendo das “coisas da igreja”, e é exatamente isto que a maioria dos jovens fazem.

É interessante como trocamos as coisas essenciais de nossa vida por sentimentos passageiros, por uma alegria irreal (2 Pe 2.21,22). Deixei de ir à igreja e comecei a beber, mas me lembro que o temor do Senhor ainda era patente em minha vida, mas pouco a pouco ele foi esfriando.

É interessante como algumas atitudes nos marcam tanto. Lembro-me de um amigo que começou a usar uma cruz de cabeça para baixo, indicando que a sua posição era de anticristo e aquilo me deixou atônito. Comecei a me lembrar da igreja e de meus pais.

É interessante como os nossos pais são importantes para nós, pois eu me lembro do dia em que eu desejei fazer uma tatuagem, mas não concretizei este desejo porque fiquei com a imagem de minha mãe chorando pelo ocorrido.

É interessante que hoje, após vários anos, após algumas decepções e após o meu reencontro com este Jesus maravilhoso em 1999, após o amor, a misericórdia e a graça do Senhor ser novamente derramados em minha vida, eu escrever a vocês desejando que não passem por nada de ruim que eu passei, desejando que nenhum de vocês se perca e que nenhum de vocês se entregue às atrações deste mundo.

É interessante contar isto tudo aqui desta forma, mas acredito que o Senhor tem algo para você e isto é realmente grande. Antes de escrever estas linhas Ele me trouxe a memória duas jovens que estão fora da igreja, como um irmão amado diz: “Estão amando o mundo”.

É mais interessante ainda descobrir que minha esposa havia sonhado com elas na noite anterior e eu fiquei sabendo quando contei para ela sobre meu desejo de escrever estas palavras.

Amados irmãos e irmãs que nos lerão, não deixe a sua vida passar pelo mundo para depois você se conscientizar que não existe vida sem Jesus. Ele mesmo disse: “Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal” (Jo 17.15). Você está aqui neste mundo, mas não deixe que este o contamine. Davi, como homem segundo o coração de Deus, tinha algumas características interessantes e uma delas era que ele não conseguia viver sem o amor de Deus (Sl 51.9-12). Não existe vida sem Jesus e a igreja é a única instituição neste mundo que pode levar este Jesus até você. Ame a Jesus e não ao mundo, ame a igreja e não as boates e seus derivados, ame os irmãos e não os “amigos do mundo”.

JESUS TE AMA E NÓS TAMBÉM.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Os Galhos Que Dão Frutos - Andrey Murray - Publicação: 11/03/2008

Há duas coisas notáveis a respeito da videira. Não existe uma planta cujo fruto contenha tanto álcool, e da qual o álcool possa ser destilado tão abundantemente, como a videira. Mas também não existe outra planta que possa tão rapidamente tornar-se selvagem, prejudicando a sua frutificação; necessitando assim ser podada impiedosamente. Eu olho da minha janela e vejo grandes vinhas; o principal trabalho do vinhateiro é a PODA. Podemos ter uma vinha enraizada tão profundamente em terra boa, que não necessite ser escavada, adubada ou aguada; mas a PODA não pode ser dispensada, se ela deve dar bom fruto.

Algumas árvores precisam de poda ocasional, outras produzem fruto perfeito sem nenhuma poda, mas a vinha precisa ser podada. Assim, nosso Senhor nos diz logo no início da parábola, que o ramo que dá o fruto o Pai 'limpa para que produza mais fruto ainda'.

Considere por um momento o que é esta poda ou limpeza. NÂO é a remoção de ervas daninhas ou espinhos, ou qualquer coisa de fora que possa impedir o crescimento. Não! É o próprio corte dos longos brotos do ano anterior, a remoção de algo que vem de dentro, que foi produzido pela vida da própria videira. É a remoção de algo que é a prova do vigor da sua vida; quanto mais vigoroso tem sido o crescimento maior a necessidade da poda. É a madeira genuína e que precisa ser cortada. E por que? Porque ela consumiria demasiada seiva ao encher todos os longos renovos que cresceram no ano anterior; a seiva deve ser poupada e usada apenas para o fruto.

Os ramos com dois e meio ou três metros de comprimento, são cortados de forma ser deixado apenas um comprimento de dois e meio a cinco centímetros, suficientes para sustentar as uvas. Somente quando tudo o que não é necessário para a produção dos frutos é cortado impiedosamente, e apenas os ramos suficientes para frutificação são deixados, é que se pode esperar uma boa colheita.
Que lição preciosa e solene.

A limpeza do vinhateiro não se refere apenas ao pecado neste ponto. É a nossa própria atividade religiosa, pois ela se desenvolve no próprio ato de dar fruto. É isto que deve ser cortado e limpado. Temos que usar nossos dons de sabedoria, eloquência, influência, ou zelo, trabalhando para Deus. E estes dons estão sempre em perigo de serem indevidamente desenvolvidos e de virmos a confiar neles. E assim, após cada estação de trabalho, Deus tem que nos levar ao fim de nossas próprias forças, à consciência da inutilidade e perigo de tudo aquilo que é do homem para sentirmos, então, que não somos nada.

Tudo o que é deixado de nós é apenas o bastante para receber o poder da seiva vivificante do Espírito Santo. Aquilo que é do homem deve ser reduzido ao seu nível mais baixo. Tudo aquilo que é inconsciente com mais a mais completa devoção ao serviço de Cristo deve ser removido. Quanto mais completa a limpeza e poda de tudo o que é do 'eu', quanto menor a superfície que o Espírito Santo precisa cobrir, tanto maior será a concentração de todo o nosso ser, a fim de nos colocarmos inteiramente à disposição do Espírito.

Esta é a verdadeira circuncisão do coração - a circuncisão de Cristo. Esta é a real crucificação com Cristo, trazendo sempre no corpo, o morrer de Jesus.

Bendita limpeza! Bendita poda! A purificação feita pelo próprio Deus! Quanto devemos nos regozijar na certeza de que vamos produzir mais frutos.

Ó nosso Santo Lavrador, limpa e corta tudo o que há em nós e que poderia tornar-se em objeto de exibição, ou poderia transformar-se em fonte de autoconfiança e jactância. Senhor, mantém-nos humildes, para que nenhuma carne se glorie em Tua presença. Confiamos em Ti para fazer Tua Obra.