Uma das características mais marcantes a respeito de Deus é o fato dele, sendo Deus, desejar manifestar-se ao homem e fazê-lo conhecido deste.
Quando observamos a criação de Adão e Eva, no Jardim do Éden, verificamos que o nível de comunhão e relacionamento entre o criador e a criatura era simplesmente extraordinário. A Bíblia nos diz que pela viração do dia o Senhor passeava pelo jardim e com absoluta certeza os dois seres humanos estavam com Ele.
Neste período, nada separava homem de Deus, pois eles ainda não haviam pecado (Is 59.2) e Deus conversava com Adão e Eva constantemente.
A Bíblia nos diz em Gênesis capítulo 2 e versículo 25 que ambos (Adão e Eva) estavam nus, mas estes não se envergonhavam.
De maneira tipológica, a nudez simboliza o pecado, ou seja, a separação entre Deus e o homem, pois após pecarem, Adão e Eva reconheceram que estavam nus e tiveram vergonha de Deus (Gn 3.6,7).
Verificou-se então que passou a ser inerente ao homem o ato de “esconder a sua vergonha”, mas é claro na Palavra que esta foi uma tentativa frustrada, pois se observarmos Gênesis 3.9, o Senhor disse a Adão: “Onde estas?”
É claro que o Senhor sabia onde ele estava, mas aqui observamos o princípio da separação, onde o pecado nos separa de Deus.
A Bíblia nos diz que Adão respondeu a Deus o seguinte: “Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me”.
Após este episódio, a Bíblia nos mostra que Deus tem uma “conversa pastoral” com eles perguntando o que havia acontecido: “Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?”. A resposta era sim, e após esta conversa o Senhor dá a eles a recompensa pelo seu erro.
Toda ação gera uma reação e isto fica claro nos versículos de Gênesis 3.14-19.
Aos olhos de alguns estudiosos, Deus deveria ter aniquilado Adão e Eva e começado uma nova geração de seres humanos, mas o interessante é que Deus não trabalha desta forma e, após a sentença, Ele o supremo juiz, no versículo 21 traz uma “solução temporária” para o pecado de Adão e Eva: “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu”.
Porque esta foi uma solução temporária? Porque este ato revelaria que somente um sacrifício poderia retirar o pecado e isto foi feito posteriormente de uma forma única e perfeita por Jesus, que se entregando como um cordeiro sem pecado tornou-se pecado para que eu e você pudéssemos nos achegar novamente a Deus. (2 Co 5.21)
Amados irmãos, gostaríamos que vocês pensassem nisto: Todos nós andávamos como ovelhas desgarradas (1 Pe 2.25), mas o supremo pastor nos encontrou e nos fez novamente aceitáveis a Deus pelo seu sangue.
A conclusão para este assunto é que em Cristo Jesus, todos nós podemos ir até o Senhor Deus todo poderoso, através do seu sacrifício nós não estamos nus na presença de Deus, pois o sangue de Jesus Cristo nos purifica de toda a iniqüidade (1 Jo 1.7).
Sendo assim, cheguemos com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. (Hb 4.16).
Se você tem algum problema ou está em situação difícil, procure o seu pastor e converse com ele crendo que Jesus tomará conta desta situação e trará a você a solução da mesma.
SOMENTE O PECADO NOS SEPARA DE DEUS, MAS EM JESUS TODA SEPARAÇÃO FOI DESTRUÍDA E AGORA NADA PODE NOS SEPARAR DO AMOR DE DEUS (Rm 8.35-37)
COORDENAÇÃO DA UMADUC
SEJAM BEM VINDOS EM NOME DE JESUS!!!
CAMPANHA DOS 100 SEGUIDORES ATÉ O 52 CONGRESSO DA UMADUC
CULTO DO NÚCLEO 3 NA CONGREGAÇÃO GALILÉIA
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
RETIRO DO CONJUNTO VENCEDORES POR CRISTO - MTC
Caros irmãos (ãs), Paz do Senhor.
Postamos agora as fotos do retiro do conjunto Vencedores por Cristo, que é composto por jovens do Templo Central (MTC).
Este retiro contou com a participação de vários jovens do Templo Central e alguns jovens de outros bairros.
O trabalho foi dividido em 3 dias, contando com atividades espirituais e sociais.
O irmão Héber Teodoro, regente geral da Umaduc esteve presente ministrando um estudo para os mesmos.
O Pr. Rivelino e o Pr. Márcio ministraram uma rápida palavra para os jovens que foram ricamente abençoados durante 3 dias.
A diretoria da Umaduc foi representada pelo Pb. Leonardo Novais.
Parabéns à diretoria do MTC, Pb. Madson Nobre, irmão Elizeu Rocha e irmã Nathália e também a irmã Leydejane.
Postamos agora as fotos do retiro do conjunto Vencedores por Cristo, que é composto por jovens do Templo Central (MTC).
Este retiro contou com a participação de vários jovens do Templo Central e alguns jovens de outros bairros.
O trabalho foi dividido em 3 dias, contando com atividades espirituais e sociais.
O irmão Héber Teodoro, regente geral da Umaduc esteve presente ministrando um estudo para os mesmos.
O Pr. Rivelino e o Pr. Márcio ministraram uma rápida palavra para os jovens que foram ricamente abençoados durante 3 dias.
A diretoria da Umaduc foi representada pelo Pb. Leonardo Novais.
Parabéns à diretoria do MTC, Pb. Madson Nobre, irmão Elizeu Rocha e irmã Nathália e também a irmã Leydejane.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
PROSSEGUINDO PARA O ALVO FINAL (Fp 3.13,14)
Amados irmãos (ãs), que a Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo reine em vocês!!!
Desejamos que o Espírito Santo ministre sobre a vida de cada irmão (ã) que lerá este texto.
O versículo que usamos como introdução nos leva a uma meditação interessante e queremos alcançar dois tipos de pessoas com esta passagem. Todos nós, em algum período de nossas vidas, nos entregamos para Jesus Cristo e a partir deste momento começamos a viver um processo de mudança contínua, e a Bíblia chama este processo de santificação (2 Co 7.1; Hb 12.14).
Se nos lembrarmos de nossas vidas antes de aceitarmos a Jesus, poderemos ver a grande obra que Ele fez e continua fazendo em nós. Somos Dele e Ele é nosso (1 Jo 5.19). Como é maravilhoso verificar o nosso crescimento, temos crescido na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18). Se não fosse o Senhor, ainda estaríamos em grandes trevas (Is 9.2).
O primeiro grupo, são aquelas pessoas que apesar de viver uma vida com Jesus, ainda vivem como escravos do passado. Vivem recordações ruins e se martirizam por isso. Queremos dizer a vocês que Jesus já fez tudo por nós e se alguns de nós ainda tem problemas com isto, leia mais uma vez o versículo introdutório. Paulo havia sido um grande perseguidor da igreja de Jesus Cristo (At 9), havia produzido terríveis danos contra o povo do Senhor e talvez em algum momento de sua vida ele se viu “amarrado” por estas lembranças.
Com a ajuda do Senhor e após confessar seus pecados (1 Jo 1.9), Paulo se esqueceu deste passado nebuloso e começou a confiar em Jesus e à partir deste dia viveu grandes experiências com Ele.
O segundo grupo de pessoas, são aquelas que já viveram experiências sobrenaturais como Senhor, assim como Paulo. No passado foram grandemente usados por Deus, mas hoje estão como carvão apagado. Quando Paulo escreve estes versículos ele diz que apesar de ter vivido experiências sobrenaturais ele ainda tinha muito a fazer, porque o alvo era o céu.
Qual é o seu alvo meu irmão (ã)? Onde você quer chegar?
Para o primeiro grupo, ou seja, aqueles que são martirizados pelo passado, o escritor aos Hebreus diz no capítulo 10 e versículo 17 e 18: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado. O seu passado não importa mais para Jesus, e se ele não se preocupa com isto, porque é que você se preocupa.
Para o segundo grupo, ou seja, aqueles que acham que já alcançaram muito de Deus, Paulo escreve em Filipenses 3.13,14: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Continue crescendo porque ainda não é aqui o seu descanso...
DEUS VOS ABENÇOE RICAMENTE EM CRISTO JESUS
Coordenação da Umaduc
Desejamos que o Espírito Santo ministre sobre a vida de cada irmão (ã) que lerá este texto.
O versículo que usamos como introdução nos leva a uma meditação interessante e queremos alcançar dois tipos de pessoas com esta passagem. Todos nós, em algum período de nossas vidas, nos entregamos para Jesus Cristo e a partir deste momento começamos a viver um processo de mudança contínua, e a Bíblia chama este processo de santificação (2 Co 7.1; Hb 12.14).
Se nos lembrarmos de nossas vidas antes de aceitarmos a Jesus, poderemos ver a grande obra que Ele fez e continua fazendo em nós. Somos Dele e Ele é nosso (1 Jo 5.19). Como é maravilhoso verificar o nosso crescimento, temos crescido na graça e no conhecimento (2 Pe 3.18). Se não fosse o Senhor, ainda estaríamos em grandes trevas (Is 9.2).
O primeiro grupo, são aquelas pessoas que apesar de viver uma vida com Jesus, ainda vivem como escravos do passado. Vivem recordações ruins e se martirizam por isso. Queremos dizer a vocês que Jesus já fez tudo por nós e se alguns de nós ainda tem problemas com isto, leia mais uma vez o versículo introdutório. Paulo havia sido um grande perseguidor da igreja de Jesus Cristo (At 9), havia produzido terríveis danos contra o povo do Senhor e talvez em algum momento de sua vida ele se viu “amarrado” por estas lembranças.
Com a ajuda do Senhor e após confessar seus pecados (1 Jo 1.9), Paulo se esqueceu deste passado nebuloso e começou a confiar em Jesus e à partir deste dia viveu grandes experiências com Ele.
O segundo grupo de pessoas, são aquelas que já viveram experiências sobrenaturais como Senhor, assim como Paulo. No passado foram grandemente usados por Deus, mas hoje estão como carvão apagado. Quando Paulo escreve estes versículos ele diz que apesar de ter vivido experiências sobrenaturais ele ainda tinha muito a fazer, porque o alvo era o céu.
Qual é o seu alvo meu irmão (ã)? Onde você quer chegar?
Para o primeiro grupo, ou seja, aqueles que são martirizados pelo passado, o escritor aos Hebreus diz no capítulo 10 e versículo 17 e 18: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação pelo pecado. O seu passado não importa mais para Jesus, e se ele não se preocupa com isto, porque é que você se preocupa.
Para o segundo grupo, ou seja, aqueles que acham que já alcançaram muito de Deus, Paulo escreve em Filipenses 3.13,14: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Continue crescendo porque ainda não é aqui o seu descanso...
DEUS VOS ABENÇOE RICAMENTE EM CRISTO JESUS
Coordenação da Umaduc
6 REGRAS PARA JOVENS CRISTÃOS
Leiamos e reflitamos!
1. Jamais despreze a oração diária. E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações (Hebreus 11.6).
2. Jamais menospreze a leitura diária das Escrituras. E, quando ler, lembre que Deus está falando a você; portanto, precisa crer e agir de acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa em se negligenciar estas duas regras (João 5.39).
3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas as noites, medite sobre aquilo que Ele fez por você e pergunte a si mesmo: "O que estou fazendo por Ele?" (Mateus 5.13-16).
4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou errado, dirija-se ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça a bênção de Deus sobre aquilo (Colossenses 3.17). Se você não puder fazê-Io, aquilo é algo errado (Romanos 16.23).
5. Jamais copie seu cristianismo de outros cristãos ou argumente que tal pessoa faz isto ou aquilo e, por conseguinte, você também pode fazê-lo (2 Coríntios 10.12). Pergunte a si mesmo: “Como o Senhor Jesus agiria em meu lugar?” E esforce-se para segui-Lo (João 10.27).
6. Jamais creia naquilo que você sente, se isso contradiz a Palavra de Deus. Pergunte a si mesmo: "O que eu sinto é verdadeiro? Meu coração está correto? Pode ser confirmado pela Palavra de Deus?" Se ambos não podem ser confirmados pela Palavra, creia em Deus e acredite que seu coração está mentindo (Romanos 3.4; 1João 5.10-11).
C. S. Lewis
1. Jamais despreze a oração diária. E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações (Hebreus 11.6).
2. Jamais menospreze a leitura diária das Escrituras. E, quando ler, lembre que Deus está falando a você; portanto, precisa crer e agir de acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa em se negligenciar estas duas regras (João 5.39).
3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas as noites, medite sobre aquilo que Ele fez por você e pergunte a si mesmo: "O que estou fazendo por Ele?" (Mateus 5.13-16).
4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou errado, dirija-se ao seu quarto, dobre seus joelhos e peça a bênção de Deus sobre aquilo (Colossenses 3.17). Se você não puder fazê-Io, aquilo é algo errado (Romanos 16.23).
5. Jamais copie seu cristianismo de outros cristãos ou argumente que tal pessoa faz isto ou aquilo e, por conseguinte, você também pode fazê-lo (2 Coríntios 10.12). Pergunte a si mesmo: “Como o Senhor Jesus agiria em meu lugar?” E esforce-se para segui-Lo (João 10.27).
6. Jamais creia naquilo que você sente, se isso contradiz a Palavra de Deus. Pergunte a si mesmo: "O que eu sinto é verdadeiro? Meu coração está correto? Pode ser confirmado pela Palavra de Deus?" Se ambos não podem ser confirmados pela Palavra, creia em Deus e acredite que seu coração está mentindo (Romanos 3.4; 1João 5.10-11).
C. S. Lewis
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
CULTO DO NÚCLEO 12 NO BAIRRO SÃO LUCAS
Realizamos no dia 05/12 o último culto de núcleo no Bairro São Lucas que é pastoreado pelo nosso amigo Pastor Joáz Galdino. No período da manhã realizamos um abençoado evangelismo e logo após o culto ao ar livre. Muitas pessoas ouviram a Palavra de Deus e algumas pediram oração ao final da pregação ministrada pelo irmão Júnior. A mocidade louvou ao Senhor de forma linda.
No período da tarde, realizamos um período de louvor e logo após um devocional com o Pb. Aleandro, líder da Umaduc.
No período noturno, cultuamos o Senhor com muitos jovens e a Palavra foi ministrada pelo Dc. Clóvis Mota.
O Senhor é bom e a sua misericórdia dura para sempre.
Coordenação da Umaduc.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
DESCOBRINDO A SUA VOCAÇÃO - AMANDO O SEU FUTURO
Ouvi dizer certa vez que a gente deveria encontrar algo que amasse fazer e à qual se dedicaria com ou sem pagamento e, só depois, procurar quem lhe remunerasse por tal tarefa. Muitos atletas, músicos, comediantes, escritores, fotógrafos, guardas florestais, instrutores de esqui, guias turísticos e motoristas profissionais, com certeza admitiriam que este teria sido o seu melhor projecto. Outros concordariam que amar o que fazem foi um dos maiores motivos para a escolha de suas profissões.
Tive três carreiras distintas (Jim Mathis) e cada uma delas foi o resultado de um "hobby" ou de uma vocação, que acabou tornando-se em profissão. Comecei como músico profissional e me admirava pelo fato das pessoas pagarem para eu me divertir. A seguir veio a fotografia, quando o meu desejo de financiar um "hobby" se transformou numa carreira de 25 anos. Finalmente, o meu amor a Deus e ao próximo tornou-se uma atividade vocacional, junto a profissionais e homens de negócios. Se eu vier a ter mais uma ou outra vocação, antes que os meus dias de trabalho findem, estou certo que terão ligação com algo que eu ame, caso contrário, não conseguiria desempenhar a tarefa por muito tempo.
Lições da vida de um Rei
O rei Salomão, cuja vida é contada na Bíblia, foi considerado o homem mais sábio que já viveu. Foi também um dos mais ricos de toda a história. No fim de sua vida, escreveu sua história contando o que havia aprendido. Falando francamente de seus sucessos e fracassos, encorajou seus leitores a aprenderem com o seu exemplo. Sua história é chamada de "Eclesiastes", e no capítulo 3, versos 12-13, ele escreve: "Então entendi que, nesta vida, tudo o que a pessoa pode fazer é procurar ser feliz e viver o melhor que puder. Todos nós devemos comer e beber e aproveitar bem aquilo que ganhamos com o nosso trabalho. Isso é um presente de Deus."
Um outro escritor, o apóstolo Paulo, escreveu em Colossenses 3:23: "Trabalhem arduamente e de bom ânimo em tudo quanto fizerem, tal como se estivessem trabalhando para o Senhor e não simplesmente para seus senhores."
Há um conceito errado, entre aqueles que crêem em Deus, de que o trabalho é um "mal necessário" – uma punição pelo pecado. Porém, o primeiro livro da Bíblia afirma que o trabalho existia antes do pecado (Génesis 2.15). A Adão e Eva foram confiados os cuidados com o Jardim, antes que cometessem seu primeiro pecado. Deus espera que trabalhemos e o trabalho deve ser algo que amamos fazer com entusiasmo.
Descobrindo a sua “chamada” – Reconhecendo Suas Paixões
Deus criou cada um de nós para um propósito. Ele criou cada indivíduo como um ser único, com um conjunto específico de traços de personalidade, dons e interesses ou paixões. Costumamos chamar a estas características de "chamada". Descobrir a sua "chamada" é um passo importante para amar o trabalho que faz. Muitos de nós, infelizmente, tivemos nossas paixões roubadas há muito tempo. Encontrá-las, às vezes pode transformar-se numa autêntica expedição arqueológica. Uma certa consultora vocacional costuma pedir aos seus clientes que escrevam suas autobiografias, para que possam descobrir onde perderam suas paixões.
Uma boa pergunta: "O que faria se não estivesse apreensivo?" A frase, "Não tema" aparece na Bíblia 365 vezes -- uma para cada dia do ano! Deus mostra-Se sério sobre o Seu mandamento sobre não ficarmos temerosos -- com relação ao nosso futuro, às nossas necessidades ou ao nosso trabalho.
Se você se sente intranquilo no seu trabalho, ou crê que se sentiria mais realizado fazendo alguma outra coisa, fazer a si mesmo as perguntas abaixo, poderia ser uma boa maneira de reavaliar a "chamada" de Deus para sua vida e trabalho:
• Qual é a sua paixão? O que ama fazer tem significado, é recompensador?
• Você deixou que alguém ou alguma circunstância "roubasse" sua paixão?
• O que faria, se não estivesse apreensivo?
Amados irmãos (ãs), este texto foi tirado do site tele-fé e traz um ensinamento que muitos de nós não damos a devida importância. “A importância de escolhermos corretamente aquilo que faremos no futuro”
Você já pensou no número de médicos, dentistas, engenheiros, advogados, administradores de empresas, pastores, padres, etc que não são felizes com aquilo que escolheram como profissão para as suas vidas?
Você já parou para pensar sobre o motivo que leva um jovem ou uma jovem a escolher a sua profissão?
Se a resposta não for a paixão pela mesma, existe uma grande probabilidade desta pessoa não tornar-se realizado em sua vida.
Pense nisto, medite profundamente nisto, pessa auxílio e orientação ao Espírito Santo para que tudo o que você fizer tenha a marca da vontade de Deus e da sua paixão por este assunto.
UMA PERGUNTA PARA VOCÊ: O QUE VOCÊ FAZ COMO PROFISSÃO, O TRABALHO QUE VOCÊ DESENVOLVE NA IGREJA, FAZ COM QUE O SEU CORAÇÃO BATA MAIS FORTE? SE A RESPOSTA FOR NÃO, EXISTE UMA GRANDE PROBABILIDADE DE ESTE NÃO SER O SEU CHAMADO.
A Bíblia nos diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará” (Sl 37.5).
(TEXTO ADAPTADO DO SITE TELE-FÉ DE JIM MATHIS)
COORDENAÇÃO DA UMADUC
Tive três carreiras distintas (Jim Mathis) e cada uma delas foi o resultado de um "hobby" ou de uma vocação, que acabou tornando-se em profissão. Comecei como músico profissional e me admirava pelo fato das pessoas pagarem para eu me divertir. A seguir veio a fotografia, quando o meu desejo de financiar um "hobby" se transformou numa carreira de 25 anos. Finalmente, o meu amor a Deus e ao próximo tornou-se uma atividade vocacional, junto a profissionais e homens de negócios. Se eu vier a ter mais uma ou outra vocação, antes que os meus dias de trabalho findem, estou certo que terão ligação com algo que eu ame, caso contrário, não conseguiria desempenhar a tarefa por muito tempo.
Lições da vida de um Rei
O rei Salomão, cuja vida é contada na Bíblia, foi considerado o homem mais sábio que já viveu. Foi também um dos mais ricos de toda a história. No fim de sua vida, escreveu sua história contando o que havia aprendido. Falando francamente de seus sucessos e fracassos, encorajou seus leitores a aprenderem com o seu exemplo. Sua história é chamada de "Eclesiastes", e no capítulo 3, versos 12-13, ele escreve: "Então entendi que, nesta vida, tudo o que a pessoa pode fazer é procurar ser feliz e viver o melhor que puder. Todos nós devemos comer e beber e aproveitar bem aquilo que ganhamos com o nosso trabalho. Isso é um presente de Deus."
Um outro escritor, o apóstolo Paulo, escreveu em Colossenses 3:23: "Trabalhem arduamente e de bom ânimo em tudo quanto fizerem, tal como se estivessem trabalhando para o Senhor e não simplesmente para seus senhores."
Há um conceito errado, entre aqueles que crêem em Deus, de que o trabalho é um "mal necessário" – uma punição pelo pecado. Porém, o primeiro livro da Bíblia afirma que o trabalho existia antes do pecado (Génesis 2.15). A Adão e Eva foram confiados os cuidados com o Jardim, antes que cometessem seu primeiro pecado. Deus espera que trabalhemos e o trabalho deve ser algo que amamos fazer com entusiasmo.
Descobrindo a sua “chamada” – Reconhecendo Suas Paixões
Deus criou cada um de nós para um propósito. Ele criou cada indivíduo como um ser único, com um conjunto específico de traços de personalidade, dons e interesses ou paixões. Costumamos chamar a estas características de "chamada". Descobrir a sua "chamada" é um passo importante para amar o trabalho que faz. Muitos de nós, infelizmente, tivemos nossas paixões roubadas há muito tempo. Encontrá-las, às vezes pode transformar-se numa autêntica expedição arqueológica. Uma certa consultora vocacional costuma pedir aos seus clientes que escrevam suas autobiografias, para que possam descobrir onde perderam suas paixões.
Uma boa pergunta: "O que faria se não estivesse apreensivo?" A frase, "Não tema" aparece na Bíblia 365 vezes -- uma para cada dia do ano! Deus mostra-Se sério sobre o Seu mandamento sobre não ficarmos temerosos -- com relação ao nosso futuro, às nossas necessidades ou ao nosso trabalho.
Se você se sente intranquilo no seu trabalho, ou crê que se sentiria mais realizado fazendo alguma outra coisa, fazer a si mesmo as perguntas abaixo, poderia ser uma boa maneira de reavaliar a "chamada" de Deus para sua vida e trabalho:
• Qual é a sua paixão? O que ama fazer tem significado, é recompensador?
• Você deixou que alguém ou alguma circunstância "roubasse" sua paixão?
• O que faria, se não estivesse apreensivo?
Amados irmãos (ãs), este texto foi tirado do site tele-fé e traz um ensinamento que muitos de nós não damos a devida importância. “A importância de escolhermos corretamente aquilo que faremos no futuro”
Você já pensou no número de médicos, dentistas, engenheiros, advogados, administradores de empresas, pastores, padres, etc que não são felizes com aquilo que escolheram como profissão para as suas vidas?
Você já parou para pensar sobre o motivo que leva um jovem ou uma jovem a escolher a sua profissão?
Se a resposta não for a paixão pela mesma, existe uma grande probabilidade desta pessoa não tornar-se realizado em sua vida.
Pense nisto, medite profundamente nisto, pessa auxílio e orientação ao Espírito Santo para que tudo o que você fizer tenha a marca da vontade de Deus e da sua paixão por este assunto.
UMA PERGUNTA PARA VOCÊ: O QUE VOCÊ FAZ COMO PROFISSÃO, O TRABALHO QUE VOCÊ DESENVOLVE NA IGREJA, FAZ COM QUE O SEU CORAÇÃO BATA MAIS FORTE? SE A RESPOSTA FOR NÃO, EXISTE UMA GRANDE PROBABILIDADE DE ESTE NÃO SER O SEU CHAMADO.
A Bíblia nos diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele fará” (Sl 37.5).
(TEXTO ADAPTADO DO SITE TELE-FÉ DE JIM MATHIS)
COORDENAÇÃO DA UMADUC
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
VOCÊ É CONVERTIDO OU CONVENCIDO?
Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustenta-me com um espírito voluntário. Então ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti. Salmo 51.12-13.
Certa ocasião uma pessoa me indagou: Será que somos hoje uma igreja de convertidos ou de convencidos? Não é fácil identificar formalmente o convertido do convencido. Há uma grande dificuldade em perceber o perfil correto de um convertido, em face, muitas vezes, da conduta exemplar do convencido.
Com freqüência enfrentamos uma séria barreira na compreensão adequada da conversão, porque os expedientes condicionadores da educação religiosa exercem uma camuflagem quase perfeita no esquema das aparências. Alguém já disse que o homem reto tem virtudes além do que pode expressar, mas o hipócrita expressa muito além das virtudes que possui. Sendo assim, o mimetismo do convencido se torna uma tarefa extremamente árdua em parecer aquilo que de fato não é. O mausoléu de mármore enfeita muito bem a podridão do cadáver. Mas o formalismo da educação religiosa é tão vazio de significado, como a clara do ovo é destituída de sabor. Mesmo sabendo que há razoáveis semelhanças comportamentais entre um convertido e um convencido, e bom lembrar que suas diferenças são fundamentais para não nos deixar confundidos por muito tempo.
Uma coisa é ser convertido pela graça de Deus, outra bem diferente é tornar-se prosélito de um sistema religioso. Jesus desaprovou a tática do caçador, com esta censura: Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorreis terra e mar para fazer um prosélito e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes filhos do inferno do que vocês. Mateus 23:15. Um prosélito é uma pessoa convencida a um sistema sem a transformação do seu caráter, por meio da obra suficiente de Cristo. O prosélito se constitui num praticante ritual, privado totalmente da vida espiritual. Mas ele focaliza com tanta potência os seus holofotes sobre os outros, que fica quase impossível de enxergar o que está acontecendo por trás da luz.
Sabemos muito bem que o condicionamento repressivo de um sistema religioso austero, pode forjar hábitos morais extremamente válidos para convivência social. Muitas pessoas em razão de sua rígida ética religiosa estão livres de uma vida na cadeia, mas não isentas da condenação eterna.
A civilidade institucional nada tem a ver com a etiqueta espiritual autêntica, ainda que as analogias dificultem o julgamento. Atos corretos nem sempre correspondem atitudes justificáveis.
Um procedimento honesto pode estar motivado por interesses imorais ocultos. Não nos devemos iludir com as aparências: O tambor, apesar de todo o barulho que faz, está somente cheio de ar.
Convencidos sinceros podem apresentar uma peça teatral bastante convincente. O disfarce mais astuto se caracteriza por um rosto de anjo encobrindo um coração de demônio. Muitos me dirão naquele dia: Senhor,! Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi abertamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. Mateus 7.22-23. Eis aqui um grande problema: Convencer o convencido que ele não é convertido. É mais difícil esmagar uma meia mentira do que uma mentira completa. É muito mais fácil se pregar para um pecador perdido e perverso, do que pregar para um crente convencido. Henry W. Beecher dizia: A presunção é a doença da alma humana mais difícil de ser curada. A falsa conversão é muito pior do que a total ignorância.
Davi colocou a conversão como conseqüência do conhecimento dos caminhos do Senhor. Na verdade o homem precisa conhecer o Caminho do Senhor. Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede; perguntai pela veredas antigas, qual é o caminho, e andai por ele, e achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele. Jeremias 6:16. Assim como Cristo é a razão pela qual o santo nasce, e a raiz pela qual o santo cresce, é também, o caminho pelo qual o santo anda. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.6.
A verdadeira experiência da conversão é a dependência completa de Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor. Isto significa inteira renúncia de nós mesmos e total cobertura da suficiência de Cristo. Andar neste Caminho é subordinar toda a nossa existência no perímetro absoluto de sua graça.
O convertido é alguém que pela graça deixou de se esforçar para ser aceito, uma vez que Deus já o aceitou em Cristo: Enquanto, o convencido busca a sua aceitação no exercício enfadonho do cumprimento zeloso da lei. Ninguém consegue encobrir aquilo que Deus revela, muito menos manifestar o que Deus oculta. Se não há revelação do Espírito a respeito da pessoa de Cristo e de seu sacrifício, tão pouco haverá consciência real da obra da conversão. Mesmo que o comportamento honesto fale de uma personalidade digna, somente a conversão genuína pode patentear a santidade do coração. Não devemos confundir a santidade produzida por Jesus Cristo, com a honestidade decorrente de uma moral ilibada, firmada nas bases da lei. Muitos homens ao serem convertidos não tiveram mudanças comportamentais significativas. O apostolo Paulo disse que: Segundo a justiça da lei, eu era irrepreensível. Filipenses 3.6b. A sua grande transformação ficou por conta dos propósitos ou intenções do coração, resultantes da conversão operada por Deus. Paulo era homem sério na sua conduta e sincero na filosofia de vida. Mas quando o Espírito o converteu a Cristo, a vida santa de Cristo passou a ser a santidade do seu coração.
Alguém me disse recentemente de uma descoberta gloriosa: Jesus não só me substitui na cruz, morrendo em meu favor; mas me substitui na existência, vivendo em meu lugar. Eu estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. Gálatas 2.20. A santidade derivada da conversão é a própria suficiência da vida de Cristo satisfazendo as necessidades mais profundas do coração.
Se o convertido é a única pessoa no mundo que se encontra perfeitamente satisfeita por causa da santidade de Cristo manifesta em seu interior, o convencido é uma pessoa internamente descontente em razão da incoerência marcante refletida nas aparências. Demonstrar na fachada aquilo que não se é por dentro, causa um desconforto insuportável, capaz das maiores tragédias.
A máscara do fingimento não pode garantir a verdadeira felicidade, pois o disfarce da hipocrisia produz débito insolúvel na consciência reprimida. J. Blanchard afirmou que a felicidade superficial sem a santidade espiritual é um dos principais produtos de exportação do inferno. E podemos ter absoluta certeza que é totalmente impossível haver santidade espiritual, se não houver conversão cristã legítima. Assim, a pessoa convertida vive pela fé na sujeição completa da suficiência de Cristo e na atitude permanente de profundo arrependimento. Quando a Palavra de Deus converte um homem, tira dele seu desespero, mas não seu arrependimento, ensinava C. H. Spurgeon. O homem convertido não é um mero convencido que se arrependeu e creu, mas um contínuo confiante que vive arrependido pela graça que o alcançou. Somente Deus vê o coração convertido e somente o coração convertido pode ver a Deus. Não confunda convertido com convencido, pois este equívoco pode ser fatal. Mas também, não julgue a experiência dos outros, pois cada um tem que avaliar a sua própria experiência. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Atos 3.19.
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Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. 1Pe 2.9
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Certa ocasião uma pessoa me indagou: Será que somos hoje uma igreja de convertidos ou de convencidos? Não é fácil identificar formalmente o convertido do convencido. Há uma grande dificuldade em perceber o perfil correto de um convertido, em face, muitas vezes, da conduta exemplar do convencido.
Com freqüência enfrentamos uma séria barreira na compreensão adequada da conversão, porque os expedientes condicionadores da educação religiosa exercem uma camuflagem quase perfeita no esquema das aparências. Alguém já disse que o homem reto tem virtudes além do que pode expressar, mas o hipócrita expressa muito além das virtudes que possui. Sendo assim, o mimetismo do convencido se torna uma tarefa extremamente árdua em parecer aquilo que de fato não é. O mausoléu de mármore enfeita muito bem a podridão do cadáver. Mas o formalismo da educação religiosa é tão vazio de significado, como a clara do ovo é destituída de sabor. Mesmo sabendo que há razoáveis semelhanças comportamentais entre um convertido e um convencido, e bom lembrar que suas diferenças são fundamentais para não nos deixar confundidos por muito tempo.
Uma coisa é ser convertido pela graça de Deus, outra bem diferente é tornar-se prosélito de um sistema religioso. Jesus desaprovou a tática do caçador, com esta censura: Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorreis terra e mar para fazer um prosélito e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes filhos do inferno do que vocês. Mateus 23:15. Um prosélito é uma pessoa convencida a um sistema sem a transformação do seu caráter, por meio da obra suficiente de Cristo. O prosélito se constitui num praticante ritual, privado totalmente da vida espiritual. Mas ele focaliza com tanta potência os seus holofotes sobre os outros, que fica quase impossível de enxergar o que está acontecendo por trás da luz.
Sabemos muito bem que o condicionamento repressivo de um sistema religioso austero, pode forjar hábitos morais extremamente válidos para convivência social. Muitas pessoas em razão de sua rígida ética religiosa estão livres de uma vida na cadeia, mas não isentas da condenação eterna.
A civilidade institucional nada tem a ver com a etiqueta espiritual autêntica, ainda que as analogias dificultem o julgamento. Atos corretos nem sempre correspondem atitudes justificáveis.
Um procedimento honesto pode estar motivado por interesses imorais ocultos. Não nos devemos iludir com as aparências: O tambor, apesar de todo o barulho que faz, está somente cheio de ar.
Convencidos sinceros podem apresentar uma peça teatral bastante convincente. O disfarce mais astuto se caracteriza por um rosto de anjo encobrindo um coração de demônio. Muitos me dirão naquele dia: Senhor,! Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi abertamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade. Mateus 7.22-23. Eis aqui um grande problema: Convencer o convencido que ele não é convertido. É mais difícil esmagar uma meia mentira do que uma mentira completa. É muito mais fácil se pregar para um pecador perdido e perverso, do que pregar para um crente convencido. Henry W. Beecher dizia: A presunção é a doença da alma humana mais difícil de ser curada. A falsa conversão é muito pior do que a total ignorância.
Davi colocou a conversão como conseqüência do conhecimento dos caminhos do Senhor. Na verdade o homem precisa conhecer o Caminho do Senhor. Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede; perguntai pela veredas antigas, qual é o caminho, e andai por ele, e achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele. Jeremias 6:16. Assim como Cristo é a razão pela qual o santo nasce, e a raiz pela qual o santo cresce, é também, o caminho pelo qual o santo anda. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. E ninguém vem ao Pai senão por mim. João 14.6.
A verdadeira experiência da conversão é a dependência completa de Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor. Isto significa inteira renúncia de nós mesmos e total cobertura da suficiência de Cristo. Andar neste Caminho é subordinar toda a nossa existência no perímetro absoluto de sua graça.
O convertido é alguém que pela graça deixou de se esforçar para ser aceito, uma vez que Deus já o aceitou em Cristo: Enquanto, o convencido busca a sua aceitação no exercício enfadonho do cumprimento zeloso da lei. Ninguém consegue encobrir aquilo que Deus revela, muito menos manifestar o que Deus oculta. Se não há revelação do Espírito a respeito da pessoa de Cristo e de seu sacrifício, tão pouco haverá consciência real da obra da conversão. Mesmo que o comportamento honesto fale de uma personalidade digna, somente a conversão genuína pode patentear a santidade do coração. Não devemos confundir a santidade produzida por Jesus Cristo, com a honestidade decorrente de uma moral ilibada, firmada nas bases da lei. Muitos homens ao serem convertidos não tiveram mudanças comportamentais significativas. O apostolo Paulo disse que: Segundo a justiça da lei, eu era irrepreensível. Filipenses 3.6b. A sua grande transformação ficou por conta dos propósitos ou intenções do coração, resultantes da conversão operada por Deus. Paulo era homem sério na sua conduta e sincero na filosofia de vida. Mas quando o Espírito o converteu a Cristo, a vida santa de Cristo passou a ser a santidade do seu coração.
Alguém me disse recentemente de uma descoberta gloriosa: Jesus não só me substitui na cruz, morrendo em meu favor; mas me substitui na existência, vivendo em meu lugar. Eu estou crucificado com Cristo, e já não vivo, mas Cristo vive em mim. Gálatas 2.20. A santidade derivada da conversão é a própria suficiência da vida de Cristo satisfazendo as necessidades mais profundas do coração.
Se o convertido é a única pessoa no mundo que se encontra perfeitamente satisfeita por causa da santidade de Cristo manifesta em seu interior, o convencido é uma pessoa internamente descontente em razão da incoerência marcante refletida nas aparências. Demonstrar na fachada aquilo que não se é por dentro, causa um desconforto insuportável, capaz das maiores tragédias.
A máscara do fingimento não pode garantir a verdadeira felicidade, pois o disfarce da hipocrisia produz débito insolúvel na consciência reprimida. J. Blanchard afirmou que a felicidade superficial sem a santidade espiritual é um dos principais produtos de exportação do inferno. E podemos ter absoluta certeza que é totalmente impossível haver santidade espiritual, se não houver conversão cristã legítima. Assim, a pessoa convertida vive pela fé na sujeição completa da suficiência de Cristo e na atitude permanente de profundo arrependimento. Quando a Palavra de Deus converte um homem, tira dele seu desespero, mas não seu arrependimento, ensinava C. H. Spurgeon. O homem convertido não é um mero convencido que se arrependeu e creu, mas um contínuo confiante que vive arrependido pela graça que o alcançou. Somente Deus vê o coração convertido e somente o coração convertido pode ver a Deus. Não confunda convertido com convencido, pois este equívoco pode ser fatal. Mas também, não julgue a experiência dos outros, pois cada um tem que avaliar a sua própria experiência. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados. Atos 3.19.
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Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz. 1Pe 2.9
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